enquanto estamos reeditando textos sobre - se você acompanha o blog sabe de que estamos falando - vamos encher linguiça com o alfa matta. e por falar em linguiça, este outro primo torto do jeg é uma paulada em quem tem complexo de pau pequeno e só valoriza jipes X large. na trilha, estrada, ou praia, jipe é como sexo: não é o tamanho mas a performance. mas por via das dúvidas acelere fundo(mas cuidado com a ejaculaçao precoice).
p.s. o google está cheio de imagens do matta, a serviço(policial ou militar) e a paisana.
land rover? tô nem aí, tô nem aí. voudejeg, o blog para quem gosta de carros além das quatro rodas.
Thursday, April 12, 2012
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Monday, April 02, 2012
a caminho ou o caminho da perfeição à vista
o sérgio augusto wanick "emaila" e diz que o jeg da foto(1978) é seu desde 2002( o proprietário faz correção, ver data correta no comentário abaixo) que é o segundo dono. o carro, comprou de de um amigo super cuidadoso, com apenas 6mil km rodados, faz parte da família e ele avisa logo que não cogita vender. a fabricação é de numero 70, sendo que agora ele está com 120 mil Km : "estou partindo para sua terceira pintura geral, porem mantendo o máximo de originalidade possível como você vai poder perceber nas fotos".
enfim alguém que preza pela originalidade. mas não vamos nos entusiasmar, porque neste país a gente não pode elogiar. contudo, sim, eis um exemplar que está no caminho ou indica o caminho - dificílimo - da perfeição(se fosse humana, o post acabava por aqui).
neste exemplar a imponência da originalidade manifesta-se logo na primeira olhadela. logotipo original, grades protetoras do farol, versão trapezoidal( a outra era quadrada e fixada na chapa no entorno do farol, barra do para-choque no seu tamanho original, protetor da barra estabilizadora, capô alinhado nas laterais( muito raro) e com o fechamento quase perfeito. o pequeno desnível, que é marca, culpa das borrachas que, por serem muito novas ou quando desgastam, desequilibram a linha de fechamento. e as lanternas de pisca primevas, brancas, da linha vw antiga, quando ainda não se utilizavam as amarelas - ou vermelhas, quantidade quase insignificante - utilizadas em caminhões.
os ganchos de reboque no para-choque não são originais. mas ficaram bem estes brincos. (não vamos ser assim tão radicais que já muito antes da minha geração homens e jipes usavam brincos). então tá bom. mas o pequeno mata-cachorro(isto é um nome desgraçado) apesar de manter a unidade do tema e a proporcionalidade não me convencem de todo. há quem coloque do tamanho do para-choque. o que além de ser feio pra dedéu, é um coiso dependurado, o que acentua ainda mais o complexo indisfarçável do ser pequeno, coisa que o jeg, e o proprietário de jeg, não podem ser ou não deveriam ter. afinal, este é o pequeno que satisfaz, se é que me entendem. os faróis de milha quase passam da conta no quesito harmonia e proporcionalidade, mas dão pro gasto e não comprometem.
faz bem ver um jeg assim bem tratado. como se diz ao ver um equino: não se olha os dentes de cavalo dado. mas de um muar a se comprar ou a nos acompanheirar, olhe lá e olhe muito bem olhado.
o deste jeg mostra que a boa mordedura não só nos faz bem ao vê-la como é garantia aos demais sentidos.
- e
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eis, enfim a roda da fortuna ou roda roda e apita
que beleza de roda, apesar da pouca praticidade quando o uso for em terra e barro que acumulam em sua reentrância . o logotipo lateral jeg dá a entender que não é original mas é apenas, ao que parece, um lift do tempo. se a foto for ampliada vai notar com mais propriedade os suportes de para-brisa(arcos pretos na base do mesmo, sobre a grande borracha horizontal de vedação) que serviam para apoio e proteção( estão faltando as borrachitas de contato, pequeninas mas imprescindíveis) quando o mesmo fosse basculado sobre o capô. o sorriso só não está completo porque na lateral esquerda vê-se o pequeno buraco da extração do retrovisor esquerdo. mas ainda assim é belo. e afinal de contas, nem precisa usar aparelho. nada que um dentista, até mesmo ainda não formado, não o conserte. se sim ou se não pode rodar à vontade que impressiona. mas convém corrigir antes do inverno a folga entre a porta de lona e a carroceria, que é para não verter água para dentro.
a cereja do bolo
um dos detalhes mais raros e difíceis de encontrar em um jeg, independentemente do seu estado - ainda mais em funcionamento(este não está) - é a alavanca do afogador, alí com a extremidade redonda, ao lado da versão selectraction do jeg.
muitos se perguntam se isto não foi um roubo - o uso do selectraction - que seria uma invenção do gurgel, que difere no formato das alavancas deste aqui. acontece que além de não ser patenteado, nem sei se poderia, o selectraction já era conhecido por sua utilização no kubelwagen, que alguns, em tom de blague obviamente, chamam de avô do jeg, como este exemplar da foto abaixo. = por simples curiosidade, há uma empresa canadense que faz hoje réplicas do kubelwagen - com trema no u - e maior ainda, alguns apaixonados brasileiros , um em petropólis e outro em itu, fizeram no peito e na raça réplicas com visual mais do que aproximado.
e já que estamos em família, e como algumas pessoas confundem o the thing, veículo vw com o kubelwagen, segue então a foto de " a coisa ".
muitos se perguntam se isto não foi um roubo - o uso do selectraction - que seria uma invenção do gurgel, que difere no formato das alavancas deste aqui. acontece que além de não ser patenteado, nem sei se poderia, o selectraction já era conhecido por sua utilização no kubelwagen, que alguns, em tom de blague obviamente, chamam de avô do jeg, como este exemplar da foto abaixo. = por simples curiosidade, há uma empresa canadense que faz hoje réplicas do kubelwagen - com trema no u - e maior ainda, alguns apaixonados brasileiros , um em petropólis e outro em itu, fizeram no peito e na raça réplicas com visual mais do que aproximado.
e já que estamos em família, e como algumas pessoas confundem o the thing, veículo vw com o kubelwagen, segue então a foto de " a coisa ".
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paisagem da janela
com é bela a visão de um jeg que mantém a sua originalidade a despeito do que é passível de desgaste com o tempo. aleta lateral de respiro do motor intacta( outro item muito raro e com adaptações desastrosas), estribo e local de engate do macaco idem, rodas originais e capota sem rugas, apesar da idade, direção com tampo, " ai jesus" também presente( a alça de segurança sobre a tampa do cofre) e o enrolamento da parte superior da porta a contento. contudo...
não há belos sem senões
o outro senão é o da capota inteiriça( não há fecho-eclair ou " ri-ri", como se diz no nordeste). tampouco usa o sistema cortina, que costuma dar alguns enguiços por cansaço das molas, e nem todo capoteiro sabe ou tem saco de restaurar. talvez por isso mesmo tenha sido evitado. não se pode falar que aqui o espírito prático ditou as regras. porque faz uma falta danada o acesso pelo banco traseiro, mesmo com as más surpresas do encosto elevado do banco que não permite estrepulias avantajadas pelo traseiro, quer dizer, pelo acesso.mas há um senão positivo: os apoios de cabeça, que retiram aquele ar agreste dos jipes, aqui se apresenta proporcionalizado a tal ponto, que não lhe fere a decência.
lanterna originais para este tipo de traseira(exemplares de 1978, este no caso de nº 114) até meados de 79. e que nada mais são do que sinaleiras de utilizadas por caminhões em seus para-choques bases, principalmente traseiros, completando a arvore de natal que camioneiros gostam de transportar. o caro leitor pode achar aqui uma contradição com o que foi dito acima sobre o uso das lanternas traseiras - no jeg vermelho - por caminhões( e jipes de outras marcas) e estarmos aqui agora a louvar a originalidade fundamentada em também lanternas,ainda que secundárias de caminhões, mercedes principalmente. mas as luzes das grandezas são diferentes. uma, é usar o que já foi usado de forma original por outrém. outra, ser usado a partir de, gerando uma solução e visuais novos(não há outro jipe que faça uso destas lanternas secundárias dos caminhões). destarte, não há contradição a nosso ver. engenharia a bordo optou por isto em vez de desenvolver uma lanterna específica e a solução não deixou de ser satisfatória. a luz de ré também é original, a partir de uma adaptação, e facilmente encontrada em qualquer equipadora de subúrbio. onde falta o galão, está coberto pela pintura, dois orifícios que servem para fixação da cinta que prende o galão, de metal ou lona militar, se for da sua preferência. em post que virá, mostraremos uma versão, ao nosso ver, esteticamente ainda melhor e proporcional a relação tamanho do jeg, galão, que no exemplo vermelho está "pouco grega".
neste exemplar observem que foi adicionado ao para-choque(falta a parte elétrica), tornando- o integrado, o engate. o escape de brasília não é original. e o escape original do jeg não condiz a sua imagem de jeep. e este é um dos únicos itens originais que o espírito jipe gostaria de ver com mudanças(pode-se fazer adaptação com o mesmo kit da volkswagen, deixando a ponteira única para cima, que não fica mal. já vi um exemplar assim, mas não houve tempo de fotografá-lo. a desta foto também não é a melhor solução, muito menos cobri-la com a grade que equipava a brasília e ou utilizar os escapes duplos utilizados em buggys( são mais encorpados). mas eles ficam bem quando adaptados a saída única, mas não horizontalizada. até porque, facilita a entrada de água. para cima também, se não forem seguidos certos macetes.
também neste exemplar não deixe de observar os ganchos de fixação múltipla que são de grande utilidade para amarração de itens a ser transportados e que vinham originalmente, inclusive acima do logotipo dianteiro que no caso do jeg vermelho está lá.
p.s. a título de exercício faça uma compação deste jeg com alguns não originais que apareceram por aqui e confirme suas convicções . pode começar com o outro jeg vermelho que antecedeu este, apresentado imediatamente a seguir.e prepare-se que a confrontação final entre restauração não original e original vem por aí para dilacerar corações.
in tempo: eis as mesmas lanternas, repito, não originais, aplicadas no jeg, e seu uso na formatação original(jeep wangler 1997/98)
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Saturday, March 24, 2012
eu já fui bem melhor do que hoje sou, com certeza
olhos tristes deste jeg vermelho - uma das cores que saiam originais de fábrica -, estacionado no espaço web, para além das fotos na oficina e que está a venda por dezesseis mil reais. por quê raios as pessoas abandonam carros, cães , crianças e outrora amores, deste jeito? é o jeito de ser humano. como alguém já disse, única espécie que reza para um deus para depois... (você sabe o que acontece, é só olhar em volta do mundo ou do seu mundo.)
depenado, sem as grades de proteção dos faróis e com lanternas de pisca descaracterizadas, perdeu ainda o logotipo original, que alguns incautos adoram substituir pelo da vw(podia ser pior, podia ser um da audi, como fazem em tantos fusquinhas e kombis), além de ganhar o peso de um towbar que me lembra muito o peso cruel e demasiado com que muitos jegues e cavalos transitam em nossas vias e para os quais os nossos olhos que até deuses veem fingem não ver tal crueldade. não e à toa que este jeg está triste. se fosse peso no lombo até que ia, mas é quase no nariz. e na base da testa, ainda resta, no lado direito, um dos suportes para o para-brisa(está sem a borracha protetora, santa ingenuidade pensar que um carro neste estado ainda a teria) quando basculado sobre o capô.
depenado, sem as grades de proteção dos faróis e com lanternas de pisca descaracterizadas, perdeu ainda o logotipo original, que alguns incautos adoram substituir pelo da vw(podia ser pior, podia ser um da audi, como fazem em tantos fusquinhas e kombis), além de ganhar o peso de um towbar que me lembra muito o peso cruel e demasiado com que muitos jegues e cavalos transitam em nossas vias e para os quais os nossos olhos que até deuses veem fingem não ver tal crueldade. não e à toa que este jeg está triste. se fosse peso no lombo até que ia, mas é quase no nariz. e na base da testa, ainda resta, no lado direito, um dos suportes para o para-brisa(está sem a borracha protetora, santa ingenuidade pensar que um carro neste estado ainda a teria) quando basculado sobre o capô.
que será dos meus cascos?
na lateral, também depenado, o logotipo jeg é "substituido" por um adesivo que não diz o quê? as todas tem ainda o formato original, porém aparentemente em aro 14, com pneus que são ferraduras de má sorte para um jeg. os espelhos também ficaram em alguma parte do caminho. na roda traseira, estariam mexendo no burrinho(do freio) ?
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nem beleza interior eu tenho mais
não, não é uma sequência dos posts fantasmagóricos passados. é mesmo a cobertura dos bancos com aquela aparência de panos post-mortem quando o bichinho ainda está vivo. como estamos as vésperas da semana santa, pode-se fazer também uma analogia com os roxos anos de cobertura aos santos, se você não achar isto uma iconoclastia. os apoios de cabeça mais parecem - em todo e qualquer jeg, questões de segurança a parte - carcinomas que assomaram o jipe. o que sobra aqui, falta no pára-sol, item obrigatório - os guardinhas adoram jipes assim - sobra também nos adesivos da playboy(cada um prega o que quer no seu carro, mas olhem só e me digam o que é que isto acrescenta em beleza ou funcionalidade?). se é o caso, prega logo um conteúdo que valha a pena da playboy, se é que siliconadas valem o desejo, mesmo de um jeg. nem vou falar do babilaque branco no painel, abaixo da ignição porque não consigo identificar o que é. mas não dá para não ver a substituição do volante que decididamente nada tem a ver com o jeg(jeg não é mp lafer ou puma). talvez, assim achou o proprietário, que colocando o adesivo da playboy no painel, combinaria transformar a alavanca de câmbio, que não deixa de ser um simbolo fálico, em algo que apesar da cabeça vermelha, não pertence ao jeg, ainda mais sendo tão fina assim. jeg não é boi, isto parece óbvio.
quando um detalhe debocha a bunda
de novo, olha o logotipo da vw espetado bem no olho... bom deixa pra lá(tem crianças na sala que acessam este blog). poder-se-ia argumentar que na falta do logotipo original, não deixaria de ter uma unidade a utilização do logo vw, afinal a mecânica, o chassi, a suspenção são da montadora alemâ. mas deixa eu relinchar. é tão fácil produzir um logotipo original. há referências aos montes, neste blog inclusive. basta imprimir e levar a uma casa de placas, daquelas que fazem para formatura de bandidos, quer dizer, desculpem o excesso, mas com o ensino que temos hoje em dia, básico, médio e superior, não é de admirar que o segmento da bandidagem diplomada aumente em progressão geométrica( o tráfico é pinto junto do estrago que fazem advogados, médicos, enfermeiros, enfim, os noticiários(mesmo abafados) estão aí mesmo). sim, mais uma vez as minhas desculpas pela extrapolação? nas casas de placas, em 24 horas, por cerca de 150 reais, os quatro logos, estarão prontos e se aproximarão muitíssimo dos originais, salvo pela diminuição, imperceptível aos mais descuidados, da espessura. é como se você desse uma escovadela no pelo- e nos dentes - do jeg, que jeg também tem tártaro.
subindo a vista, eu nem vou comentar?: dá a mesma sensação daquela que você teve quando de pequeno se escondeu debaixo da cama para ver a sua prima trocar de roupa e quem veio trocar foi a sua vó. o resultado estético, amor pelas vovós à parte, é traumatizante.
subindo a vista, eu nem vou comentar?: dá a mesma sensação daquela que você teve quando de pequeno se escondeu debaixo da cama para ver a sua prima trocar de roupa e quem veio trocar foi a sua vó. o resultado estético, amor pelas vovós à parte, é traumatizante.
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será que eu ainda tenho fogo no rabo?
os jegs saiam de fábrica com dois tipos de configurações: carburação dupla, motor de brasília como opcional, e simples(há controvérsias sobre esta informação). a carburação dupla, ao contrario do que muita gente pensa, não só dá um pouco mais de performance ao motor, como o torna mais econômico. desde que você saiba - ou encontre quem - achar o ponto milimétrico de regulagem, coisa que os "bandidos" das oficinas estão pouquissiamente interessados, ainda mais nestes tempos de ignição e injeção eletrônicas. dá um pouco de dor de cabeça mas não é o fim do mundo. aprenda a fazer, e no embalo a trocar velas, platinados( se ainda não instalou ignição eletrônica, não recomendado para quem faz uso do jeg em terrenos molhados ou para ser mais exato bem molhados a ponto de lhe cobrir as canelas), correias, tela do reservatório do óleo do motor, etc. pequenas coisas que não cuidadas dão grandes problemas. e que depois que se aprende, acaba sendo prazeiroso, além de lhe dar a certeza de que se houver merda foi você mesmo que fez. não vai precisar quebrar a cabeça mais uma vez - e pagar mais uma vez - para saber o que foi e quem foi.
no caso, não há muito o que comentar. o envoltório do motor acompanha o desleixo com que o carro foi tratado, ou seria jogado, sem as coifas e borrachas de selagem do compartimento. não é fundamental, mas a utilização de filtro de ar do tipo que se usa nos gurgéis, kombis, ou ainda nos corcéis antigos, posteriormente vou publicar as referências, são de bom tom principalmente para quem anda em estradas de terra,barro,areia,etc. e mesmo na cidade, dá aquele visual de mais robustez. tomando como(mau) exemplo o da foto em anexo, há que se cuidar do chicote e suas terminações(fios) bem como dos cabos de vela e distribuição que tem uma maneira - e suportes - para que fiquem dentro do compasso. com estes cuidados, com certeza, o jeg fica menos estático e não vai negar fogo.
no caso, não há muito o que comentar. o envoltório do motor acompanha o desleixo com que o carro foi tratado, ou seria jogado, sem as coifas e borrachas de selagem do compartimento. não é fundamental, mas a utilização de filtro de ar do tipo que se usa nos gurgéis, kombis, ou ainda nos corcéis antigos, posteriormente vou publicar as referências, são de bom tom principalmente para quem anda em estradas de terra,barro,areia,etc. e mesmo na cidade, dá aquele visual de mais robustez. tomando como(mau) exemplo o da foto em anexo, há que se cuidar do chicote e suas terminações(fios) bem como dos cabos de vela e distribuição que tem uma maneira - e suportes - para que fiquem dentro do compasso. com estes cuidados, com certeza, o jeg fica menos estático e não vai negar fogo.
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Tuesday, March 20, 2012
os fantasmas atacam novamente
depois do susto, a quase alegria com a imagem do que poderia ser um raríssimo exemplar de jeg com capota rígida. mas foi só o susto. atentando sem dificuldades, a porta em lona, denuncia uma capota provavelmente pintada?!?! e, mais atentos, nota-se a estrutura(fina,original) de sustentação da capota de lona. não ficam sem registro os apoios, intactos, para a basculação do para-brisas(na base e em ambas as extremidades) que era para segurar por sobre o capô o mesmo quando arriado. uma prática punida hoje pelo código nacional de trânsito do país dos intransitáveis, e que costuma ser fatal para olhos desprotegidos(mesmo a velocidade de jeg, qualquer inseto de encontra o olho, ou os cornos, deixa marcas que dificilmente serão esquecidas). os suportes do espelhos, bem como os próprios, foram alterados para receber os orelhudos pares que equipam, por exemplo, as mercedinhas 608,708, que podem ser eficazes quanto ao aumento da imagem e de certa maneira integrados ao espírito, afinal jegues tem orelhas grandes. mas não é o caso. perde-se a proporcionalidade. e ela é quem manda entre forma e função. as rodas também são as originais que equipavam os primeiros jegs. e como, deduzindo, o fantasma é de peso, observa-se o reforço no estribo, que deste tipo nunca foi para ser usado mesmo, daí porque a versão tubular(o jeg saiu com ambas) ser mais indicada.
p.s. como o jeg não tem peso para afundar o piso, pressupôe-se,continuando a dedução, de que o fantasmagórico exemplar tem um dono de peso. salvo, se ele também for fantasma. a churrasqueira ao fundo é outro indício de práticas baiacús: cervejada desbragada no quintal com churrascos e enchidos abarrotados de sal. eis aí o começo da fórmula para se tornar fantasma, caso alguém se habilite a prática pra muito além da moderação do politicamente correto.
sobre o pneu dianteiro esquerdo, os chinelos do fantasma? ou lixas enroladas em madeira para preparação da pintura? bom, vai lá se saber. fantasmas não costumam responder quando solicitados. só quando os queremos bem longe, o que não é o caso.
cartas, fantasmas ou não, ao editor.
p.s. como o jeg não tem peso para afundar o piso, pressupôe-se,continuando a dedução, de que o fantasmagórico exemplar tem um dono de peso. salvo, se ele também for fantasma. a churrasqueira ao fundo é outro indício de práticas baiacús: cervejada desbragada no quintal com churrascos e enchidos abarrotados de sal. eis aí o começo da fórmula para se tornar fantasma, caso alguém se habilite a prática pra muito além da moderação do politicamente correto.
sobre o pneu dianteiro esquerdo, os chinelos do fantasma? ou lixas enroladas em madeira para preparação da pintura? bom, vai lá se saber. fantasmas não costumam responder quando solicitados. só quando os queremos bem longe, o que não é o caso.
cartas, fantasmas ou não, ao editor.
Wednesday, March 14, 2012
ghostbusters
um dos
problemas deste país é que temos bacharéis demais e capoteiros de menos.
como bem demonstra esta foto, onde a frouxidão do presente é um
verdadeiro fantasma a assustar o passado.
ghostbusters 2
mas aí você diria que a capota está assim porquê não foi completamente instalada, afinal os carros estão ainda sem maquiagem, chegarão ao lugar, na sua melhor forma, esticadinha, como deve de o ser. ledo engano, no site da capotaria que se apresenta como especializada, todas as demais fotos, onde gurgéis aparecem em maioria, tem todas a mesma falta de vinco e frouxidão na aura. fantasmagóricas assim porquê seria? só encontro uma explicação. é a maldição dos bacharéis. chamemos os ghostbusters do enem. afinal, se julgarmos pela data impressa na foto, a tradição da frouxidão fantasma já vem de longe.
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Sunday, March 04, 2012
vista aérea do playground
quase nunca vemos um jeg por este ângulo. e também quase nunca o vemos com capota. talvez a necessidade de querer mostrar o interior faça com que a mesma seja esquecida. mas, neste caso, a beleza exterior vale tanto quanto a interior(quando há). neste modelo 78, ressalte-se o galão de combustível como manda o figurino, anulado pelo step calçado em posição não original. ainda que preserve o sotaque de foras de estrada, fogê a essência equina(que não é assim bundudo, falamos disto a seguir). idem, o santo antônio também não original, que também receberá comentários nos posts que se seguem. de novo a velha questão da segurança x originalidade. no jeg original a estrutura da capota maquia esta função. não é santo antônio mas é muito mais bela. quanto a cor, pode não despertar paixões mas(hoje estou de coração mole)mostra paixão no cuidado em manter a simetria e a unidade de contraste entre a cor principal, na aplicação nos bancos, principalmente, e os pretos. mas, como em toda paixão, nada, mas nada mesmo é perfeito(é por isso que existe a paixão para nos autoludibriar-mos com o objeto dela)
de frente pro crime
ainda que os faróis de milha, bastante desproporcionais, distôem, a personalidade da dentição do jeg está mantida. eis uma frente com originalidade, ainda que a placa não esteja no lugar original, que é embaixo, fixada no protetor de suspenção, o que faz com que muitos policiais de trânsito queiram assegurar o peru de natal antes(ou depois) da hora. mas original é original. é direito adquirido. não aceite intimidações, e nem ofereça propina. lembre-se que resistência e teimosia são características dos equinos, que somos nós, em viver num país onde dado o estado de nossas estradas, ainda temos uma policia de trânsito, municipal, estadual, federal que se preocupa, por outras razões, com uma lanterna queimada, mas fecha os olhos a milhões de crateras assassinas nas rodovias, ruas, e avenidas. país de pirambeiras não se sabe quem mais infrator: se o executivo, que não executa: se o legislativo, que só o faz em causa própria(exceções são como as estradas que oferecem segurança) ou o judiciário, que pôe vendas à causa. todos assassinos culposos em potencial de catarata. e, para completar, claro, temos uma quantidade cada vez maior de bestas(a família do jeg protesta) ao volante. oxalá que não estejam ao volante deste.
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sem direção, e rodas que não o são
bancos em concha!? pra pilotagem rally? huumm, sei não. direção não original, rodas idem, e como diriam os ingleses, last but not least, as lanternas em formado de " led analógico", acima do que parece ser um cano de escape sem escapatória. atenção para o detalhe da traseira em corte do modelo 78. doravante seriam retos. o step está parecendo mais a bunda da valeska popozuda depois do implante. e na mesma linha, um santo-antônio que em relação a barra do para-brisas parece também ter frequentado a clínica do doutor ray. não havia necessidade. birra com a falta de orginalidade? well, já que falamos na valeska, qual você preferia levar pra casa: a original, ainda nos tempos de frentista de posto de gasolina, com tudo no lugar? ou a atual onde o excesso não levanta a libido?
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capotas que não valem uma capota velha de guerra
não tem jeito. capota de jipe não vale a pena inventar. tem de ser a clássica, a velha e boa formato quadradão, com fechamento total tipo persiana, ou afivelado, como manda a estética militar. este formato de capota é um equívoco, além do mais a torna pouco duradoura, já que cada vez que é baixada vai serrilhando o material.a pissoletro acabou por abandonar um modelo assim porque revelou-se pouco durável. e como a capota no jeg é item de beleza e de sobrevivência - jeg, como bode, detesta água nos cornos, inclusive dos condutores e zequinhas, faça uma capota que preste ser bonita. os habitantes do reino muar agradecem. mas tome cuidado com as bonitinhas mas ordinárias. na capota e na boleia.
águia no lombo do jeg que está mais para pica-pau
sem ofensas. todo mundo quer ser águia, mas esquece que o pica-pau é muito mais utilitário do que o mais alado rumo à extinção. o jeg, como o pica-pau, também chamado ipecu, carapina e pinica-pau, de tamanho pequeno a médio, é para se dirigir como head-bangers(não necessariamente um bate cabeça, mas você tem de ter cabeça dura, e coluna idem) e não em rasantes ou planando(aquaplanando e ou na banguela, nem tente, é morte certa) que não combinam com seu jeito ainda mais outsider do que qualquer outro jeep de plantão, juntamente com o outro jeep animal, o javali. o da foto é mais um exemplar de jeg que andou à venda no mercado livre há tempos, na casa dos 15 mil. como se vê, o preço não está nas alturas, como a águia. mas também não é nenhuma galinha morta. se for o caso, dê uma de pica-pau e martele na cabeça do vendedor para baixar o preço( e pra fim de post fique com a lembrança da risada do pica-pau)
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Sunday, February 26, 2012
não foram as prévias nem ressaca, mas nós quase sifú
um vírus, um et, um político, não sei precisar qual deles ou se todos em conjunto, perpetraram a façanha de adentrar o meu sistema é simplesmente apagar toda a edição das quase cem fotos do jeg "californiano" 4x4 aqui prometida para o carnaval. idem, para as quase vinte do jeg mais caro do brasil(38 mil reais).
como é de se imaginar, foi um tombo o desmonte do trabalho. passei o carnaval fazendo o rescaldo do material(ainda bem salvo noutras fontes) ao tempo que fazendo das cinzas, e espero bem que não da quaresma, uma recitação quase gregoriana de palavrões que nem eu mesmo achava que conhecia. a remontagem da sequência da edição leva algum tempo. por isso quem acessou o jeg não viu nada de novo. não foi uma questão de esbórnia. foi mesmo coisa de sabotagem de outra marca?
então aguardem. carnaval pré ou pós, estamos trabalhando fiéis ao espírito do jeg. às vezes empancamos. às vezes coiceiamos. mas chegamos lá. obrigado a todos que acessaram o blog neste período.
como é de se imaginar, foi um tombo o desmonte do trabalho. passei o carnaval fazendo o rescaldo do material(ainda bem salvo noutras fontes) ao tempo que fazendo das cinzas, e espero bem que não da quaresma, uma recitação quase gregoriana de palavrões que nem eu mesmo achava que conhecia. a remontagem da sequência da edição leva algum tempo. por isso quem acessou o jeg não viu nada de novo. não foi uma questão de esbórnia. foi mesmo coisa de sabotagem de outra marca?
então aguardem. carnaval pré ou pós, estamos trabalhando fiéis ao espírito do jeg. às vezes empancamos. às vezes coiceiamos. mas chegamos lá. obrigado a todos que acessaram o blog neste período.
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