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Saturday, February 22, 2014

like a jeg stone, of course




jeg ladeira acima:  http://www.youtube.com/watch?v=XSjT1JBLnN4 
jeg ladeira abaixo: http://www.youtube.com/watch?v=QWcHVrQO5AQ


em se tratando de rolling stones, pra quem preferir a opção "bandido global", que é a da hora atualmente, eis aqui a "flex" que dá para subir e descer. 
http://www.youtube.com/watch?v=bAAQ3rwh8nY



Saturday, October 19, 2013

muar à paisana(jeg) ou um militar("caribe") quedado mutilado ?

por si só o step sobre o capô, sem o baixo-relevo de encaixe(que nunca existiu nos jegs) e era uma característica  do projeto vw militar, já mostra que a "raridade" foi violentada para além do epíteto

Sunday, June 10, 2012

ao jegue com carinho

excepcionalmente, publicamos hoje o texto plangente e contudente de gilles lapouge, sobre o animal que inspirou e batizou no nosso "jipinho": o jegue, o asno, o burro, o jumento. 
as semelhanças, nas dores e alegrias, admiração e desprezo, utilidade e descartabilidade, não param por aqui. é domingo, e talvez você não queira estragar a sua feijoada(que pode ter carne de jegue dentro), sua pizza ou churrasco com este texto. mas quem o ler, certamente, se tornará melhor. não tanto como os jegues. mas pelo menos terá dado um passo a frente.




Está na hora de lembrar dos jumentos. Os jornais falam muito do Festival de Cannes, do aquecimento global, do naufrágio da Grécia, mas aos jumentos quase ninguém se refere. O cavalo é mais favorecido. É sempre o foco da atenção pois tem elegância, brilho. Domingo vai às corridas, onde caminha gingando como uma estrela de cinema. Os homens usam belas calças e as mulheres lindos chapéus para montar nele.

O jumento não tem a mesma presença. É chamado de "burro" e de "asno". Palavras ofensivas. Tem cor de estopa. É desnutrido. Por que esse rosário de afrontas? Se eu fosse jumento, faria um motim. Brigitte Bardot falou recentemente dos jumentos, os do Brasil. Ela ficou furiosa ao saber que o Rio Grande do Norte, visando a criar uma nova fonte de renda, teria aceitado exportar 300 mil jumentos por ano para a China para nutrir as indústrias alimentícias e cosméticas desse país. Eu compartilho da cólera de Brigitte.

A rarefação dos jumentos nos campos - no Nordeste brasileiro, no sul da França, mesmo na Palestina - sempre me pareceu uma desgraça. Fizemos tanta coisa juntos, eles e nós - as pirâmides, as minas, as rodas d'água, as catedrais, a agricultura...
O jumento também transformou uma desvantagem em mérito. Ele sofre de um problema de vértebras: tem uma a menos. Mas, como é dono de um espírito dócil, aceitou esse infortúnio, que lhe dá pavor de correr e lhe tira o fôlego quando o dono o faz trotar. Na verdade, ele transforma essa fraqueza em força. Como suas vértebras dorsais são bastante desenvolvidas, seu dorso é saliente e seus rins são fortes. Essa constituição singular se ajusta à sela, de madeira ou de couro.

Todas essa inferioridade e a maneira com que ele teve de assumi-la compuseram o destino do jumento. Ele não é bom para correr e não sabe galopar. Em compensação é ótimo para puxar charrete, mover as rodas que trazem a água para a superfície no deserto, carregar feixes de trigo e sacos de terra e pedra. É bom também para descer ao fundo das minas de carvão, onde, muitas vezes, de tanto viver no escuro, acaba ficando cego.
O jumento participou de todas as aventuras do homem. Suou por nós. Perdeu seu fôlego por nós. Morreu sob nossos golpes. E, quando os engenheiros inventaram o motor de explosão, a moto, o trator e o caminhão, adeus jumento! Adeus, velho servidor! Vamos vendê-lo para a China para que as pessoas o comam. Nós o jogamos como se joga uma roupa esgarçada, uma gilete sem corte. Adeus, velho amigo, mas você não serve para  mais nada!

Gosto muito dos jumentos do Nordeste brasileiro. Venho testemunhando sua derrota há 40 anos. E vi esta aberração: motos ruidosas, nauseabundas, perigosas, substituindo jumentos para cercar os rebanhos, em meio a um atroz odor de combustível. Em 1974 fiz uma longa viagem pelo Nordeste do Brasil. Sozinho. Fui de cidade em cidade, ao acaso, segundo meu desejo, em ônibus que rodavam 10, 12 horas por dia. Os jumentos já começavam a desaparecer, mas ainda eram numerosos. Faziam parte da paisagem nordestina. Quando chegava aos vilarejos assolados pela seca, eu ia cumprimentá-los. Eles me lembravam aqueles jumentos que conheci e amei na minha infância, não no Brasil, mas na França, nas montanhas austeras e pedregosas da Provença. Eu falava com os jumentos de João Pessoa ou de Epitácio Pessoa. Temos boas lembranças em comum, os jumentos do Nordeste e eu. Hoje, quando atravesso esses lugares ermos, em meio à barulheira dos caminhões e das motos, procuro por todo o lado as orelhas, as belas orelhas sensíveis, e elas sumiram.
Eu respirava seu odor. Olhava seus grandes olhos melancólicos e era como se um tapete mágico me conduzisse de volta aos tempos felizes da infância. Foi nessas longas noites no Nordeste que compreendi por que tanto amava os jumentos. Do outro lado do mundo, encontrei os mesmos animais, tão bonitos, tão fortes, tão resignados. Como seus congêneres da Provença, os pequenos jumentos do Nordeste se aproximavam de mim e cheiravam minhas mãos. Eles gostavam do meu cheiro, e eu do deles. Certas noites, nesse longo périplo solitário entre Salvador e Natal, Recife e Terezinha, sentia uma certa angústia pelo fato de estar só. Então ia ver os jumentos. Tínhamos este ponto em comum: detesto a solidão, os jumentos, também. Se um jumento está sem companhia, fica infeliz. Entedia-se a ponto de parecer que pode morrer de tédio.
O jumento não é só corajoso e útil: também tem caráter. Apesar de sua cortesia e indulgência com relação às loucuras e vilanias dos homens, jamais transige em questão de princípios. Na Bíblia, uma jumenta impediu que seu senhor, o adivinho Balaam, bloqueasse a passagem do povo de Israel quando este se aproximava da Terra Prometida. Naquele dia, os homens estiveram muito perto do desastre. Se a jumenta não tivesse dado uns bons coices em Balaam, os judeus jamais teriam continuado sua epopeia e isso teria provocado uma grande confusão na Bíblia, na história religiosa e em toda a História. Teríamos que começar tudo do zero. E Deus, como iria se sair dessa?
Em recompensa, o jumento teve o privilégio de aquecer com seu sopro o Menino Jesus na manjedoura. O jumento também teve a honra de servir de montaria para Cristo quando Ele entrou em Jerusalém, antes da Paixão. Jesus ficou muito emocionado e marcou o dorso do jumento com um sinal da cruz. Na Provença nós chamamos de "cruz de Santo André". Fiquei comovido ao encontrar nos jegues do Nordeste o mesmo sinal da cruz.
O jumento é bem considerado pelos deuses. Enquanto os homens o condenam ao insulto, ao desprezo, à pancada e ao trabalho perpétuo, as sociedades religiosas têm consideração com ele. A história santa está repleta de jumentos. A Bíblia o cita 133 vezes, um recorde entre os animais. Em Josué, ficamos sabendo que o jumento foi montado por judeus da mais alta sociedade, príncipes e damas. Cada patriarca tinha seu jumento. Abigail, que vai ao encontro de David, sela seu jumento (Samuel, 25) Zorobabel, depois da Babilônia retorna a Jerusalém montado no dele. Sansão, quando 3 mil filisteus o atacam, usa uma queixada de jumento para revidar e os mata.
O jumento vai do Velho Testamento para o Novo. Jesus escolheu um burrico, não um cavalo, para entrar em Jerusalém. Em Roma, os pagãos ridicularizavam a religião cristã por causa de sua amizade com os jumentos. Um pouco mais tarde, encontramos muitos místicos cristãos no Egito que se entregavam a penitências terríveis: viver sentados na ponta de uma coluna de pedra, numa árvore, quase imersos num pântano ou então se mantendo de tal modo imóveis que os pássaros faziam ninho em suas mãos. Os pagãos se divertem com esses fanáticos. E os chamam de "jumentos".


É verdade que mesmo em países cristãos os jumentos foram às vezes maltratados. Na Espanha, quando Isabel, a Católica, mandava queimar uma feiticeira, esta era amarrada nua num burro para que, à pena de morte, se adicionasse o suplício de partir da vida no dorso de um animal desprezado e obsceno. Na França os professores durante muito tempo colocavam um chapéu de asno na cabeça dos maus alunos. Por toda parte o jumento foi relegado ao desprezo e à injúria. Ao longo da história (salvo nos países do Oriente Médio), ele esteve no mais baixo nível da sociedade. Pior: foi sempre o bode expiatório dos mais humildes, o doméstico dos domésticos, o escravo dos escravos, o proletário dos proletários.

Alguns intelectuais foram em seu socorro. Victor Hugo escreveu, no fim da vida, um imenso poema glorificando o jumento. O grande historiador Michelet sublinhou o papel do burro na história dos homens, e o grande naturalista Buffon defendeu o jumento contra o cavalo. O filósofo da Renascença Giordano Bruno, último homem queimado pela Inquisição, em 1600, fez do jumento um modelo de espírito e erudição. Os sábios que acompanharam Napoleão Bonaparte no Egito, em 1798, montavam jumentos. Quando a tropa foi atacada pelos mamelucos, os oficiais franceses gritaram: "Protejam os jumentos no centro". No geral, pintores e poetas amam o jumento. Os cabalistas judeus descobriram que a palavra "jumento", em hebraico, tem as mesmas letras que a palavra "matéria". E concluíram que o jumento é "o mestre dos segredos do universo". Têm razão. O jumento entende tudo: se é idiota, é idiota como O Idiota de Dostoievski, o príncipe Muichkine - que é genial porque, se não compreende as coisas corriqueiras, compreende, por outro lado, as mais obscuras.
O jumento sabe tudo. Ele não trota nas mesmas paisagens que nós. Apenas aparenta compartilhar nossos caminhos, quando na realidade está em outro lugar, vem de outro lugar, vai para outro lugar. Ele atravessa educadamente nossa geografia sem fazer ruído para não nos perturbar, mas na verdade não caminha no mesmo passo que nós. Somente os poetas compreenderam a nobreza do jumento. Na França, no início do século 20, Francis Jammes escreveu uma oração para eles. É tão bela e luminosa que eu vou citá-la:
Prece para chegar ao Paraíso em Companhia dos Jumentos
Quando for a hora de ir a vosso encontro, meu Deus, fazei com que seja num dia em que o campo esteja brilhando em festa. Pegarei meu bastão e pela grande estrada irei, e direi aos jumentos, meus amigos: sou Francis Jammes e vou para o paraíso, porque não existe inferno na terra do Bom Deus. Eu lhes direi: venham pobres animais queridos, que com um brusco movimento de orelhas se livram das moscas, dos golpes e das abelhas. Que eu apareça diante de Vós entre esses animais que amo tanto porque baixam a cabeça docemente e juntam as pequenas patas de uma maneira tão gentil que dá pena. Meu Deus, fazei com que eu chegue até Vós com esses jumentos. Fazei com que os anjos nos conduzam em paz pelos riachos ensombreados em cujas margens tremulam cerejeiras, e fazei com que nessa morada das almas, sob vossos divinos olhos, eu me assemelhe aos jumentos, cuja humildade e doce pobreza se refletirão na limpidez do amor eterno.

Certamente, com o passar do tempo e dos milênios (ele está entre nós há 5 mil anos) o jumento começa a entender que as coisas não vão muito bem para ele, mas não se revolta. Sua tática é sutil. O cérebro humano não a alcança. O jumento é submisso e glorioso ao mesmo tempo, resignado e irredutível, escravo e soberano, vencido e vencedor. Ele dá cambalhotas nas primaveras onde não já não estamos. Encontrou obstáculos e os contornou. Ele se salvou do tempo. Sobre seus belos cascos, trota nas pradarias onde as horas não soam.

Se o espancamos, ele nos olha com um olhar incrédulo e belo. Não fica com raiva. Tem pena de nós. Não nos culpa, só nos observa. Ele gostaria de nos ajudar a ser menos vingativos. E nos consola de nossas maldades. "Não se preocupe", parece dizer, arreganhando os beiços, "não é sua culpa. Você é assim, mas isso vai passar. É um mau momento, uma má eternidade. Depois, você vai ver, tudo será melhor."


Durante a 1ª Guerra Mundial, em Verdun, inúmeros soldados foram mortos e enterrados. Inúmeros jumentos também foram mortos, mas não foram enterrados. Há alguns anos, um pintor de Auvergne (região montanhosa no centro da França onde há muitos jumentos), Raymond Boissy, manifestou sua indignação. E propôs que um monumento fosse erigido aos mortos, um monumento ao Jumento Desconhecido (como há em Paris o Túmulo do Soldado Desconhecido).
É uma ótima ideia. Aqueles jumentos, o Exército francês os fez vir de barcos do Magreb, do Marrocos, porque os jumentos dessa região são pequenos, dóceis e muito fortes. Eram capazes de transportar 150 quilos de obuses. Rastejavam nas trincheiras levando munição para os soldados que se encontravam em casamatas e fortins. Claro, os alemães descobriram e seus artilheiros bombardearam os ventres dos pequenos jumentos marroquinos. Foi uma carnificina. Aqueles que sobreviveram e retornaram às linhas francesas, contentes de reencontrar seus senhores, estavam feridos. Então foram abatidos. 150 mil jumentos foram mortos em Verdun.
O solo de Verdun está repleto de valas comuns de jumentos. Ali eram jogados os cadáveres desses animais tão gentis, suas pequenas coxas quebradas, as pequenas patas rígidas, seus olhos, tão belos, tão indulgentes, tão resignados. Como não chorar?

Wednesday, January 18, 2012

flash back





catálogos da época davam-no como argentino (se fosse, entroncadinho assim, não seria um messi, mas sim um maradona. fora de forma - mas não muito.


o jeg é - e sempre foi - brasileiro. lançado em 1978, fabricado pela dacunha, era equipado com motor, traseiro, vw da brasília, 1543 mil cm3 e dois carburadores como o gurgel utilizava o selectraction, espécie de blocante manual. com ele era possível 
travar cada uma das rodas independente da outra, o que é bastante útil em percursos no fora da estrada. manufaturado em chapa com carroceria monobloco ao contrário de seu principal concorrente, que era de fibra mas não de aço.a carroceria, toda em chapa
(bicromatizada ou galvanizada) de aço dobrada, podia - e pode - ser fabricada com uma guilhotina e uma dobradeira, tornado mamão com açúcar a funilaria( aço enferruja, não se engane porque o inoxidável rima com o imponderável). deixou de ser produzido nos anos 80, por motivos até hoje não muito bem esclarecidos e constantes sob a rúbrica "dificuldades". após o encerramento de sua produção pela dacunha, algumas unidades, entre elas algumas 4x4 foram produzidas pela Q.T., empresa do projetista do jeg*, cujas maiores informações você terá abaixo. na foto abaixo atente para o detalhe das duas alavancas que conferem o status 4x4 a esta unidade(quando o carnaval chegar vamos publicar o mais completo documento fotográfico de uma unidade 4x4, que hoje vive na california).

o jeg passa uma impressão, que se confirma, de robustez. é peso leve, mas é bom de briga( é o josé aldo dos jipes). pára-choques encimados, guincho manual e protetores de faróis, nesta versão montados no pára-choque, vertical  com filetes verticais, além disto o maior apelo de venda para sua comercialização era, também, o motor, volkswagem 1600, refrigerado a ar. estava garantida a manutenção simples de uma mecânica feijão com arroz  já reconhecida e afirmada, internacionalmente inclusive nas piores condições, o que era garantia de tranquilidade por muitos quilômetros, além de permitir a resposta pronta a todas as solicitações, com sua relação de peso potência mais do que suficiente. a tração dianteira do jeg é um projeto exclusivo da dacunha, ao contrário do chassi, que era de kombi, encurtado em 40 cms. ao lado da alavanca de câmbio encontrava-se a alavanca de engate das rodas dianteiras. a maioria absoluta das não mais de 600 unidades fabricadas do jeg dizem alguns( soma dos produzidos pela dacunha e q.t.) um pouco mais, dizem outros, vinha  com tração 4x2 traseira. a tração 4x4 ficou apenas na fase de protótipo, contudo alguns protótipos " pularam a cerca" e ganharam a estrada(nosso exemplar californiano deve ser um destes). a  transmissão, por embreagem monodisco a seco, de acionamento mecânico, câmbio de quatro marchas sincronizadas para a frente e uma para a ré, com alavanca de mudanças no assoalho. é também amplamente conhecida e reconhecida por sua simplicidade graças ao seu uso pelos veiculos vw desbravadores do mercado( o bom e velho fusca e sua tiazona atirada, a kombi, desde o tempo das redutoras, que no principio também equiparam alguns jegs). suspensão dianteira, independente, com duas barras de torção em feixes, barra estabilizadora e amortecedores hidráulicos telescópicos completam o pacote que qualquer mecânico bem intencionado da cidade, do interior, ou do cu de judas domina com o pé nas costas.
o jeg tornou-se conhecido e associado ao nome de walter catarino finato* militar, coronel, engenheiro do ime no rio de janeiro, que foi trabalhar na dacunha - empresa cegonheira(transportadora de veículos novos) em são bernardo do campo, bem atrás da volks - na época em que a empresa fabricava o jeg. posteriormente, finato montou uma empresa denominada "q.t-engenharia", em barueri, na marginal da castelo branco. lá projetaram uma caixa de transmissão que a zf (também em são caetano) autorizou a fabricação. no fundido da caixa as marcas qt/zf coligavam-se o que dava um certo orgulho para a tecnologia nacional da época. a transmissão era aplicada nos caminhões (ford / gm / chrysler ) 6x6 que acompanhavam o início dos investimentos em álcool no brasil. 



*o assim chamado projetista do jeg. há quem afirme que o projeto já estava pronto - a volkswagen apresentou um veículo similar, na aparência inclusive - postado neste blog - o vw militar, em 1976,  que seria vetado pelas forcas armadas como veiculo militar mas que acabou dando origem ao  jeg, que reutilizava boa parte da mecanica e da carroceria do vw militar. uma das diferenças fundamentais era a colocação do estepe(que vinha sobre o capô) e foi deslocado para o interior do carro, resultando em uma frente diferente e mais curta. 
o jeg foi produzido entre 1978 ate 1981, com a mecanica comum dos fora-de-estrada brasileiros da época(o nosso velho  e "nunca" ultrapassado vw 1600). ao contrario dos concorrentes, eles contavam com tracão 4x4 integral (os rivais, usavam roda-livre). há quem diga que a versao 4x2 não teve tanto sucesso, acontece que ela foi fabricada em maioria, e as unidades 4x4, assim como as de capota rígidas, são mosca branca.
após o fim da producão, o sistema de tracão foi aplicado a kombi pela q.t. porém nunca entrou em linha de produção para tal veículo. 


in tempo: o texto deste post foi copidescado de vários artigos e notas sobre o jeg. o legal seria dar crédito. contudo, em uma observação mais detalhada, notei que começou a haver cruzamento de textos acrescidos de toques pessoais, notas. curiosidades. etc, como neste adaptado ao estilo do voudejeg, assim temos um x-tudo onde misturam-se autorias com enxertos, copies, etc. optei então por registrar o fato mas não citar as fontes "originais". se alguém sentir-se prejudicado, é só badalar os badaloques do jeg. por enquanto fica valendo a máxima que é uma merda, sobre a produção intelectual no brasil. de um só é plágio: de mais de um, é pesquisa.