land rover? tô nem aí, tô nem aí. voudejeg, o blog para quem gosta de carros além das quatro rodas.
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Wednesday, January 22, 2014
matando a cobra e mostrando o pau. agora mate você a pau e mostre a cobra
eis a página citada em post anterior sobre as supostas características da versão militar do jipe jeg dacunha. agora ver um jipe destes é que são elas(daí o suposto).
se você viu, documentou ou tem, você é o cara.agora não vá você ter a cara de pau - como muitos - de dizer que tem, que vai enviar, e continuar na moita por mais que isto também seja uma característica militar. mas que aqui não é lá muito bem vista. camufle mas não exagere. e cuidado com as cobras nas moitas.
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Friday, January 10, 2014
sentou praça na reserva
de vez em quando, por ma-fé ou má informação, surgem anúncios de venda de jegs "militares", que na tentativa de valorização apresentam-os, ora afirmando que foram feitos para o exército da africa do sul(haja paciência de mandela!) ou até mesmo como protótipo feito para a guerra do iraque.
se há uma maneira, ao contrário do que pensam os vendedores de tais recursos, de desvalorizar. menosprezar, ridicularizar o jeg, eles acertaram em cheio errando feio.
a revista quatro rodas, de número 602, março de 2010(dica do flávio santos) traz na secção top ten, entre diversos jipes fabricados aqui e/ou importados, o que seriam as características diferenciadoras do jipe jeg dacunha em relação a versão civil. sob o título "serviço militar", afirma que versão militar do jeg teria as seguintes características adicionais: " *identificada pelo reservatório de 20 litros, engate para carreta e gancho de reboque, estribos laterias, faróis especiais,e luz do painel que não vazava para fora do jipe.na mecânica era um aliado do gurgel, com motor vw 1600 e sistema selectracion."
em quase uma década de voudejeg, nunca vimos um jeg militar - também não vimos o et de varginha, o que não quer dizer que não exista o que tenha sido fabricado.mas se o reservatório é um elemento diferenciador da versão militar, o que faz na versão civil apresentada logo acima, também com os mesmos estribos e protetores de farol?
na falta de documentação escrita ou icônica, resta a reprodução de um folheto, provavelmente para exportação, onde de vê a referência sob a chamada em inglês que pode ser traduzida literalmente como a afirmação de que o " jeg foi funcionalmente construído com especificações militares" no canto inferior direito.*( texto da quatro rodas não corresponde a versão do folheto).
ao que parece o jeg foi preparado para a vida militar mas nem sentou praça: foi direto para a reserva, não remunerada, compulsória.
se há uma maneira, ao contrário do que pensam os vendedores de tais recursos, de desvalorizar. menosprezar, ridicularizar o jeg, eles acertaram em cheio errando feio.
a revista quatro rodas, de número 602, março de 2010(dica do flávio santos) traz na secção top ten, entre diversos jipes fabricados aqui e/ou importados, o que seriam as características diferenciadoras do jipe jeg dacunha em relação a versão civil. sob o título "serviço militar", afirma que versão militar do jeg teria as seguintes características adicionais: " *identificada pelo reservatório de 20 litros, engate para carreta e gancho de reboque, estribos laterias, faróis especiais,e luz do painel que não vazava para fora do jipe.na mecânica era um aliado do gurgel, com motor vw 1600 e sistema selectracion."
em quase uma década de voudejeg, nunca vimos um jeg militar - também não vimos o et de varginha, o que não quer dizer que não exista o que tenha sido fabricado.mas se o reservatório é um elemento diferenciador da versão militar, o que faz na versão civil apresentada logo acima, também com os mesmos estribos e protetores de farol?
na falta de documentação escrita ou icônica, resta a reprodução de um folheto, provavelmente para exportação, onde de vê a referência sob a chamada em inglês que pode ser traduzida literalmente como a afirmação de que o " jeg foi funcionalmente construído com especificações militares" no canto inferior direito.*( texto da quatro rodas não corresponde a versão do folheto).
ao que parece o jeg foi preparado para a vida militar mas nem sentou praça: foi direto para a reserva, não remunerada, compulsória.
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