jeg aiatolá
http://www.youtube.com/watch?v=u2KfULDyx2g
acontece com as melhores famílias. mas a culpa é sempre do motorista, nunca do veículo
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land rover? tô nem aí, tô nem aí. voudejeg, o blog para quem gosta de carros além das quatro rodas.
http://www.youtube.com/watch?v=u2KfULDyx2g
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na cabine de comando deste voo que bateu santos dumont em brevidade(risos) erik reidler, que mais uma vez cedeu as fotos do seu arquivo, com a observação bem humorada que muito land rover na ocasião tentou fazer a mesma coisa e não saiu do chão. é isso meu caro erik; não são as máquinas que voam, é a fé do piloto que as faz levantar.
o que estava para vender era a moto. mas o que chamou atenção foi este jeg 1979, que em 2007, salvo engano, completava 15 anos parado. a pergunta que não calou foi: " quer vender o carro aí atrás" ? o dono da moto informou que o jipe era do sogro e que não estava à venda e fim de papo. porém, certo tempo depois, o jeg ficava em definitivo com o genro que se dispunha a restaurá-lo.

a grande viagem começa realmente na restauração. principalmente se for você mesmo que vai colocar a mão na massa. de um jeito ou de outro, planeje. reúna os elementos necessários e só então começe. restaurar sem planejar, significa prenúncio de maus procedimentos e portando de interrupções que podem desistimulá-lo. lembre-se que restaurar não é uma corrida de cem metros. é maratona(nalguns casos iron man).
direção intacta e o detalhe da forração do banco combinando com a chapa cuja galvanização é igual a dos fornos de fogão. apenas coincidência ou foi realmente pensado? o fato é que a receita é boa para deixar a ferrugem por muito e muito tempo fora da sua cozinha.
trabalhar sozinho é para muita gente um desafio a ser vencido. desafio maior é trabalhar em conjunto. e se for com parente então é bom inspirar-se nos predicados do jeg quando a coisa pega ou melhor não pega.
no jeg o afogador é acionado pela pequena alavanca, entre os bancos, ao lado da do freio de mão, que neste caso está ausente(é onde também se assenta o selectraction)
capô aberto, vemos mais detalhes da galvanização, que era aplicada a cem por cento da chapa;
a estrutura, como já diz o nome, é sempre algo a merecer muito cuidado. alguns proprietários aproveitam para soldar a carroceria no chassi para evitar as trincas que costumam aparecer quando se mantém a versão aparafusada. mas há controvérsias.
o estado geral da chapa alimenta qualquer otimismo; menos o de que a bateria ainda funcione. afinal década e meia parada, haja chupeta.
no detalhe os "sherpa", como também são conhecidos os cidade e campo 7.35.14. infelizmente não são mais fabricados os para aros 15. mas você encontra nos eua por um preço bem razoável. resta ver a burocracia e o assalto das taxas de importação. como o jeg gosta de soltar as tamancas em terrenos mais acidentados é sempre bom tê-lo bem calçado o que só aumenta a segurança, seja qual for o terreno.

salvo se esteve na mão d´algum cupim de aço, o velho e bom 1600 boxer logo estará pronto a cuspir fogo com a eficiência de sempre. e muito provavelmente nem precisará de retífica, bastando fazer aquelas coisinhas básicas para quem ficou parado por tanto tempo.
apesar de todo este tempo, pode se dizer que manteve a linha. no detalhe o porta-galão.

volta e meia, ele aparece. é o nosso velho conhecido(e raro) jeg 4x4, residente nos eua.

Labels: jeg 4x4
os candango dkv, dos primos tortos do jeg, são os que tem mais tem passe livre por aqui, junto com a família gurgel.Labels: dkv, dkw candango, gurgel
e aí? vai encarar? isso aqui não é jipe para fazer trilha em shopping não mermão.
mais uma improvisação - desta vez com as lanternas do "tocantins" gurgel, o que considerando o que já vimos, não e das piores mas que longe está do sentido estético das lanternas originais.