Thursday, November 16, 2017

na média dos preços praticados no brasil. mas vendido na frança*, não deixa de ser "très chic"

1981 Dacunha Jeg   Price: 2700€
A one of a kind car with aircooled VW 1600cc engine!
Made in Brasil and imported in Germany: Clear german title.
The Jeg is built on a shortened VW bus frame with front and IRS rear axle also from VW bus.
Body screwed on the frame has some rust and the engine don't turn .
Easy to restore, asking price 2700€
Phil


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Canéjan, France
Mon Nov 13, 2017 3:52 pm
272
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* mais uma garimpada certeira, gentilmente enviada
por opasgarage.blogspot.com

da alemanha para a frança é um pulo. quer dizer, nem tanto assim

como diz o anúncio, feito no brasil, importado da alemanha, e não para,
 pois presume-se que refere-se à frança.

o estilo " noir" já veio da alemanha. a colocação da placa também


não são só os pneuzinhos de barriga que incomodam. estes também ferem a estética original



easy to restore*? por mais que seja, nunca é

fácil de restaurar, diz o anunciante(como o dizem todos)

"some rust" e o motor não gira. ainda assim o jeg gira o mundo

some rust(alguma ferrugem) é o caralho.
quem comprar pode ir se preparando para os quilos de "some" que teimam em não sumir
o que é de praxe nestes casos

Sunday, November 05, 2017

estrala porque funciona ou funciona porque estrala?




o guincho manual é um característica inconfundível -e incontornável - do jeg, herdado do gurgel. para alguns é música quando estrala. para outros dá arrepios. mas é a tal coisa. se não arrepia, não está vivo. arrepie-se!

Sunday, October 29, 2017

enfie os braços. sem dó. pois para quem não tem munheca, 4x4 só não dá gozo





última versão do jeg 4x4,já com novo design da dianteira,
que escamoteou(que absurdo!)seu nome de batismo

o exemplar andou à venda por algum tempo mas parece que retornou a casa


ahnnm, ui, ôôô, ah! ahn, óóó! 

não caro leitor, isto não é a transcrição(fuleira), de algum áudio de algum site semi-porno dos milhares que pululam na web.
então o que seriam tais exclamações travestidas de onomatopéias, quando não, erotizadas?

é simples caro leitor, são as quase interjeições embutidas nas reações de desdém, muxoxo, decepção, quando perguntado se o jeg que conduzo é 4x4 e ouvem que é 4x2.

é a tal história. jipes são sempre associados ao 4x4. de sorte que o atrevimento de um jipe 4x2, ainda mais assentado numa " kombi" * de quase corpo e alma, melhor dizendo coração(leia-se motor) costuma - ejaculação precoce? - antes de despertar curiosidade sobre seu desempenho,broxar os interlocutores.
os jegs 4x2 são vítimas de mais este preconceito, assim como os muares, em relação aos cavalos.

mas o post aqui não é para estabelecer comparações entre desempenhos dos jegs 4x4(ou outros quaisquer) e os 4x2. até porque, não basta só ser 4x4 e pronto dá-se por garantido o resultado do sucesso da travessia só por isso. há que se levar em conta a relação peso-potência, entre outros itens, e, um nada desprezível: a munheca de quem o conduz. os 4x2 jegs - e o gurgel, de quem "herdou ou surrupiou" o selectraction(sistema auto-blocante traseiro manual) - permitem experiências divertidas ou necessárias para quem enfrenta as trilhas de morar no interior.

mas a questão é: existem os jegs 4x4. e quantos foram fabricados?
sim, existem sim. mas não foram, muitos. e o curioso, é que o sistema 4x4 do jeg, foi pensado- e testado - primeiramente em kombis(foram produzidos dois protótipos, pela QT engenharia(qualquer terreno), sendo que um deles dá-se como destruido e outro a recuperar com algum funcionário da vw.

segundo, marcos finato, da QT engenharia, "foram fabricados 4 protótipos do jeg 4x4. um deles foi para homologação do exército alemão. por volta de meados dos anos 80, foram produzidas as 2 últimas unidades 4x4, e estas refrigeradas a água. um deles utilizando o motor da kombi diesel 1600cc e o outro com motor AP do santana, com 1800cc. o modelo com motor a diesel é de nossa propriedade até hoje". 

e assim, vemos que a saga dos 4x4 é resumida, infelizmente ou não. resta lembrar que as primeiras unidades do jeg vinham com as famigeradas "reduções da kombi" que o faziam quase coicear na partida.

4x4 ou 4x2, o que importa é que o jeg vai longe, se você tiver munheca e paciência. como diria o bardo, é quase a mesma coisa como no sexo. devagar e sempre, ladeira acima e ou até mesmo no ladeira abaixo. uuuiiii!


um dos primeiros protótipos do jeg 4x4 que foi parar em atascadero, califórnia

aqui as duas alavancas, uma delas para o acionamento do 4x4
para além do selectraction(duas alavancas tendo ao centro o freio de mão)
e a curiosidade do acionador do afogador

em nossa nada humilde opinião o design definitivo e incontornável do jeg
acrescentando algo mais a paisagem da califórnia

* os jegs 4x2, assim como os 4x4, são montados em chassi de kombi, encurtados em 40 cm, com suspensão da mesma especialmente calibrada, caixa e motor 1600, a exceção dos 4x4 aqui citados com refrigeração a água.

Saturday, October 07, 2017

jeg: quantos, onde, e como? eis um enredo para agatha christie nenhuma botar defeito

jeg mc: tão revolucionário quanto os mc de sua época

agatha christie, você já deve ter ouvido falar, é a rainha do conto policial, e portanto dos mistérios a serem resolvidos.

mistério digno de agatha, é a quantidade de jegs produzidos, e a especificação, também quantitativa, dos modelos produzidos: 4x2, 4x4¹, teto rígido, além daquele que vamos rebater por aqui, um (in) certo jeg caribe*, para o qual vamos convocar uma equipe digna de sherlock holmes & cia.

opasgarage - opasgarage.blogspot.com- um dos mais novos membros da "ordem dos cavaleiros muares", tem se dedicado ao levantamento, do qual publicamos abaixo, um trailer.

até agora, ele encontrou 238 deles. informa estarem presentes em todos os estados, execeto amapá e tocantins. são paulo, detém a maior quantidade (52), depois, surpreendentemente? ceará(30) e pernambuco(21). 

os anos de maior quantidade são: 1978(84) e 1979(79? - número que talvez tenha sido ato falho, uma vez que a soma dos dois anos daria 163 jegs, restando 175 para serem distribuidos nos esparsos anos pré e pós em que foram fabricados jegs(vamos averiguar com o próprio estes números).

o número mais alto de chassi é o de número 5630, pertencente a única unidade movida a diesel(pertencente ao coronel catharino, ainda?)e o de menor número, o 5003 de 1977.

a pesquisa encontrou jegs de anos 1970 a 1975( estes dois certamente erro de cadastramento, alerta opas, *erro que também atribuo a denominação vw caribe jeep à documentação de um jeg, mesmo que o erro tenha sido cometido em duas unidades diferentes da federação) passando a 1977 e chegando até 1988(provavelmente os kits montados pela jeg´s team(preparadora de veiculos off-road) do nivaldo montenese, já referido aqui em posts mais antigos.

ou seja, se isto não dá samba(do criolo doido) é uma verdadeira rapsódia.

e assim, lá se vão - ou veem - desembestados os jegs ladeira abaixo, ladeira acima, sem que ninguém os consiga contar como se deve.

¹ em próximo post vamos divulgar a informação de fonte apropriada de quantos jegs 4x4 foram produzidos.

  






Tuesday, September 19, 2017

mosca branca, reproduz ?



jeg mais jeg não há. por isso mesmo, valoroso exemplar

no segmento dos jipes, tradicionalmente eternizados com suas capotas de lona, ou descapotados, os TR - teto rígido - são um caso de amor à parte, um plus, um up, um diferencial na paisagem.


moedas raras, willys, candangos, e até mesmo o samurai - que criou uma categoria dentro da categoria, o high roof(teto rígido alto) um degrau acima dos hard top, sua denominação para os TR(teto rígido). todos eles provocam torcicolos quando surgem nesta versão, valorizadíssima, em seus casos.

o jeg não ficou atrás; quer dizer, em termos, já que, segundo fontes oficiais ou talvez oficiosas, apenas um protótipo foi produzido, e neste caso, o aqui a mostra. porém, há indícios de que a história não é bem assim(no tocante a exemplar único) como veremos a seguir.

ele não é o único - diz o observador

e pensar que este exemplar foi moeda de troca - pouco valorizada - 
numa transação imobiliária, antes de ser adquirido pelo atual proprietário

acontece que o felizardo proprietário deste jeg TR,  observou em suas pesquisas pelo campo de provas da web, que existiam duas placas diferentes, portanto dois exemplares(elementar meu caro opas?) distintos. será ?

e agora? ser um ou ser dois ? ou mais de dois? that´s is the question

bom de frente e bom de costas
informações controversas, sempre foi marcante característica da história não documentada do jeg. inúmeras são as contradições, como no caso agora. de um lado, afirmação do marcos finatto - atualmente à frente da QT engenharia (fabricante dos últimos jegs) e filho do coronel finatto, que está ligado aos jegs desde a dacunha (não sei se também a ABC diesel, de hélio dacunha, que startou a fabricação) - de que apenas um exemplar foi fabricado.

de outro, opasgarage ( http://opasgarage.blogspot.com.br ) pesquisador, connaiseur, que adquiriu o exemplar e observou a existência de duas placas, portanto, na teoria, e na prática? dois exemplares distintos.




haja persistência para desenrolar a o fio da meada

raro exemplar, também, de guincho na traseira

resta a nós, comuns mortais, babar e ficar a espera de que surjam informações mais firmes, acerca da existência ou não de mais exemplares. por enquanto, seguem fotos do que se encontra na web.



                                        os velhos e bons cidade e campo 14
                                 (pena que não existam mais os 15)


tanque de gasolina em sua localização original




                                                               o protótipo, o tal exemplar único? em testes  



                                                                                                              o tal outro a mais ?

Saturday, August 26, 2017

corro de burro fugido; e não cor de burro quando foge

foto gentilmente enviada por opas garage

dos jegs colocados oficialmente à venda, sabe-se por fonte de revistas automotivas, que as cores oferecidas eram o branco, bege, vermelho, e azul, que não este da foto ora apresentada. 

como se explicaria o "azul-turquesa" deste exemplar? e o laranja? também aqui já publicado? bem como um portador de marrom aveludado?( já publicado no êmbolo de matéria sobre o jeg em teste, por aqui também)

mistério! cuja solução não coube até agora no desfecho com ares do "elementar meu caro watson" - até porque, esta frase não se encontra no sherlock holmes da literatura(foi inventada no cinema) 

única chave, ou indício, é o mesmo motorista na condução, aparentemente sempre em condição de testes e ou em fotos para material promocional(lâmina), inclusive para exportação( in english, of course).

quando se trata do jeg, mistérios é que não faltam, sempre suspeitos, nas mais diversas versões que circulam, desde quantidade de fabrico, a quantidade de 4x4 fabricados - esta perto de ser desvendada - até a mais intrigante: quantos modelos de teto rígido teriam sido fabricados? fontes "oficiais" falam em modelo único. observadores de plantão(publicaremos em breve matéria e material sobre) já localizaram placas diferentes, em exemplares de mesma cor, o que sugere ainda mais mistério.

agora, quanto as cores, o que sabemos ao certo, é que: não existe cor de burro quando foge. ou melhor, existe, mas é expressão inexata. o correto é corro de burro quando foge(porque o jegue quando fugido fica brabo).

eu não vou correr do mistério. mas se fosse você corria do jegue aqui porque já estou ficando muito bravo com todo este mistério.