Saturday, December 11, 2010

free "willy", quer dizer o jeg

o mercado é livre, o pensamento é livre, o mundo é livre(apesar da estrela que remete ao exército americano). o jeg que vos se apresenta esta à venda no mercado livre por uma dezena de mil reais. a sirene use só para comemorar se achar que foi boa compra. depois retire imediatamente, assim como este mata-cachorro, que mata sim, e também a estética original do jipe jeg dacunha. coitado dos vira-latas que só aprenderam que em traseira de jeg, resultado de urna, e batina de padre não se pode confiar. agora, eles tem mais esta pela frente.

espelho meu, espelho meu

bom de bancos, mau de espelho, péssimo de rodas, esteticamente falando. mas você que nos acompanha sabe como é. sou um chato de galochas(não de coturno) quando as viaturas apresentam-se para a ordem unida fora da originalidade. mas, chistes à parte, respeitamos o direito de cada um soltar a franga como quiser. e louvamos, com ressalvas, quem optou pelo jeg. só mais uma coisinha: foi retirada ou não tem a estrutura da capota?

abre-alas para o painel escola de samba

é uma alegoria só. o estilo camuflado tem destas coisas quando não segue o fiel cem por cento militar. mas tem(mau) gosto para tudo. atenção para os, hoje já raros, bancos da mercedinha 608, que mantém o ar nostálgico da originalidade que foi corrompida nos botões de controles, alavanca, extintor e por aí vai. nisto foi-se embora o parasol , equipamento obrigatório, que no caso do jeg, como no dos bons jipes puros e duros, existe apenas no lado do motorista, deixando o jequinha(passageiro) candidato à terçois.

private joke para quem se ligou na placa

todo mundo sobe na calçada. até o jeg "militar" faz esta cagada. é ou não é o céu?
p.s. esta rodinha do estepe, junto com esta antena, e este protetor de escape de brasília não merecem o escape cheio de boas intenções para com o jipe.

Monday, December 06, 2010

quem quer ser dono de um "olhar de ressaca" ?


no seu jeg a diesel, dizem o único que existe, o projetista do jeg, coronel catharino, cometeu a aplicação dos faróis retangulares entre outras pixotadas como a instalação do painel da kombi segundo a percepção estática do tropeiro fiel que vos fala. ahora, temos uma cópia? não sabemos se premeditada ou inconsciente, que ainda traz de barganha uma grade fake. mas se você gosta, quem sou eu para ser a mosca nesta sopa? está lá em maceió, perto da via expressa, no conjunto antares, na oficina de jipes do cavalcanti, à venda para começo de conversa por 4.500 reais.
aproveite para ir cantando: quem não tem colírio usa óculos escuros.
sim, as lanternas do pisca-pisca também estão deslocadas parecendo mais verrugas no para-lama. originalmente situam-se logo abaixo dos faróis. mas como eles quadradaram ficava esquisito lá ou em qualquer outro lugar. jeg não é fusca. apesar das similutes do dna, assim como o homem tem com insetos. mas vamos parar por ai que a cachaça pelo jeg está fazendo defeito.

cisco no olho


não se engane. o quadro do para-brisa não é da familia do heroi muar. tudo indica que cravaram um willys onde não cabia mas coube. o original do jeg, reclina sobre o motor, que não é o caso deste. mas cuidado com as cavalgaduras da fiscalização, já que o código já não permite mais, muito embora faça vista grossa ou cega para políticos andarem as burras em carreatas sobre carrocerias - o que é proibido por lei. lei é aquela coisa que só se aplica, por exemplo, aos boias frias espremidos qual mercadoria em cangalhas, crianças em transportes escolares improvisados, daquelas prefeituras esquecidas das promessas eleitorais e para você, caso seja um transeunte com animal a bordo para além daquele do lado de fora. parentêsis: todos os defensores da lei são pertencentes a um desgoverno que cobra um ipva extorsivo e, continua cobrando, taxa para tapar buracos - do caixa deles - enquanto permitem as vias de fato das estradas que são um convite ao suicídio, morticídio, ou seja lá como você queira classificar a matança em nossas estradas que tem com significativa causa de óbitos, se não de gente dos carros, caminhões, ônibus e carretas, a má conservação daquilo que chamam asfalto mas que na lua é reconhecido como crateras. agora guente-se você com a autoridade que não teve para eleger a que aí está do seu lado lhe passando a caneta cheio da empáfia que toda autoridade que se autoesvazia tem. pano rápido, ou melhor: feche o parabrisa já.

nem todo mundo fica bem de perfil


é a tal coisa. um sto. antônio de matar quem o carrega no andor; um apoio de cabeça de dar dó ou seria dor? as rodas e pneus que não estão no tamanho original e os orifícios de ventilação forjados na própria chapa, para além do para-brisa que também não lhe pertence. dos retrovisores que não refletem nada que seja assim tão belo, e que são de fazer os puristas mais do que torcer o nariz ganharem um puta de um torcicolo. mas nada que um dorflex de um bom restaurador não resolva(o que dar mesmo dor de cabeça é achar este"bom" restaurador). por estas e outras muita gente prefere andar assim com o coice a mostra.

de cabeça pra baixo seria quase filariose


a estrutura do santo antônio pesa demais. e a de apoio do mesmo, no coments. no afã de prover uma falsa segurança lá se foi a estética. a forma deve provir da função. mas a função da beleza é nos deixar mais seguros e apaixonados pela vida no mundo, com e sem rodas, que é o que interessa no começo, meio e fim da viagem.

não é da banda podre


provavelmente não foi do pc nem é do collor, e muito menos do calheiros. mas se eu fosse você verificava. vai lá se saber até onde vai o domínio deles ainda mais nestas bandas.

Monday, November 29, 2010

quase como um cão abandonado

com certeza já deu muitas alegrias. e ainda pode dar. mas quem liga para o vira-lata abandonado na rua que dá para o fundo de quintal?

Sunday, November 28, 2010

rabo de saia

quer dizer, só o rabo. a saia estamos colocando na semana que vem.

Saturday, November 27, 2010

Friday, November 26, 2010

vou dar uma banda por aí

mas antes que "sarte" de banda tenho mesmo que encarar isto de frente.

Monday, November 22, 2010

o mundo virando de cabeça para baixo

não tem cinto de segurança que segure quando a coisa chega neste ponto. o que acontecerá ao fim do rodopio?

a ferro e fogo

é duro de ver. e dói, como uma obturação.

batendo lata


o som da perfeição é o sim do som e não o som do não.

Wednesday, October 06, 2010

pano pras mangas

cada vez mais o desejo de um entre três gurgeleiros ou jegueiros: a elevação da suspenção dianteira(via manga de eixos dupla, como na foto) e a aplicação da suspenção IRS da kombi na traseira, o que para boa parte dos jegs já vem de fábrica(homocinéticas na traseira). gasta-se uma "pipa de massa" mas o resultado compensa para quem pensa que o carro assim exige.

Now playing: richard ashcroft - money to burn via FoxyTunes

Tuesday, October 05, 2010

mais manguinhas de fora

o joe, da joe motor´s teria desenvolido o sistema, e é tido como um dos mais confiáveis para sua instalação. mas se você não puder colocar, seja por falta de grana ou necessidade, seu jeg vai continuar sendo o que é: bicho bom para enfrentar caminhos pedregulhentos e barrosos. mas se puder, prepare-se que o jeg vai ficar com cara de mula ou seja: bem mais alto, cerca de 50 cm acima do solo, a depender da regulagem e dos pneus usados.

Now playing: pupuña - On the run via FoxyTunes

Monday, October 04, 2010

capota não é peruca


pois, um dos grandes problemas no restauro do jeg é a indefectível capota. não se veem mas capotas como antigamente. as tecnologias evoluem, os materias idem, mas quase ninguém mais sabe fazer uma capota como as de antigamente que suportavam tudo, se duvidar até um sexozinho nas noites enluaradas de qualquer grotão por onde iam os jeeps que não fossem de boutique. a da foto, comete um erro primário. cerra os cílios da abertura, o que pode aparentar mais segurança contra penetração de água e gasosos mas complica a beça em termos de acessibilidade.

Thursday, September 30, 2010

jeg dos pampas


sílvia, de são leopoldo(rs) está vendendo o seu jeg muito blue.
contatos: si.lara@terra.com.br
como jegs estão ficando cada vez mais raros(e caros) habilite-se quem puder.
(depois publicamos mais fotos, com os costumeiros comentários.

Saturday, June 05, 2010

se é baio, é bom. pra que falsear o "puro-sangue"

o dilema continua: "inovação" ou "gambiarra", versus originalidade, sempre mais difícil de ser perseguida e concretizada. com cerca de 459 unidades fabricadas - há quem diga que chega a mais de quinhentos, contabilizando-se unidades montadas fora da linha da dacunha, como os da QT, por exemplo, o jeg é um animal raro, e em extinção. seu preço porém, anda em zigue-zague no mercado. como o mercado é livre, esta unidade está no próprio pela bagatela de 28 mil reais. vale? vale tudo? com ou sem capota? quem pilota um sabe o coice que dá este tipo de exemplar, a começar da gravíssima ausência da carteira de identidade do jeg - seus logotipos, dianteiro, traseiro, e os laterais. como o jeg não é dado, ainda mais por este preço, que não se dá por banguela, convém olhar os dentes.

beleza de fachada

a essência do jeg é o seu caráter puro e duro. quase tôsco, por isso mesmo, qualquer tentativa de transformá-lo em jipe de boutique dá nisso. este parachoque, com ou sem hífem, empaca a fachada característica da queixada do jeg. não me parece uma boa escolha. como diz o ditado, beleza não pôe mesa. mas o que é belo e o que não é? deixemos a filosofia de lado e vamos para frontalidade: não é original, não presta. e assim é a suprema maioria da vezes. podem estilar a vontade que mantenho o relincho.

jeg não é parente de dromedário(pelo menos no mundo automobilístico)

as aletas de ventilação do motor, originais, são, talvez, um dos itens mais difíceis de encontrar, juntamente com a direção e, mais ainda, o cone central. agora os apoios de cabeça esbarram na velha questão segurança x manutenção da originalidade. o fato é que o resultado está mais para dromedário do que para jeg.

de olho na fechadura mas como? com tapa-olho de boi?

as lanternas do jeg originais, redondas, são muito fáceis de achar. provenientes de fornecedores para caminhão( a exceção da série que usou a mesma lanterna da kombi) dão um ar de completude a rusticidade do jeg, complementadas pelo farol de ré, quadrangular, que equipou uma série de originais. vendido como estado de zero, este exemplar nos pede que fechemos os olhos para isso, chamando atenção para a alteração do parachoque traseiro- os originais são de ferro e não ficam em desarmonia com o espírito do carro, como este, e da sustentação da tampa do motor, neste caso substituidas por fechaduras em aço inox, provavelmente náuticas, que resolvem um problema crônico desta peça que, fixada por parafusos, costuma ficar logo folgada, principalmente se você trotar por caminhos pedregulhosos. mas é a tal coisa. o preço da originalidade é a eterna vigilância, o que pode ser um saco para tantos mas é um prazer para outros que sempre após a trilha ou viagem reapertam o que tem de ser reapertado. eu, prefiro, sempre a originalidade. até porque não ví nenhuma adaptação ainda que me convencesse.

quando a originalidade salta aos olhos

quando se trata o jeg - ou qualquer outro animal - com carinho, o brilho dos bons tratos salta aos olhos. é o reconhecimento ao carinho, ao amor, dedicado nos mínimos detalhes. os botôes de controle, a direção e seu cone, originais, mostram bem o que é estar de bem com a originalidade. é isto que diferencia um exemplar de outro. o amor do dono que não se perde em babilaques preocupando-se com a finalidade da crina e não com a armação do cabelo.