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Friday, December 13, 2013

pra subir calçada até que não está mal


veja só caro leitor que belo jeg, até eu diria, se não houvesse o mal sabido desta história do iraque. dava até um desconto pros pneus e fixava na capota,que tem a sua graça, mas não para escapar daquela areia no olho que são aqueles faróis e arco de proteção(não chamo isso nunca de mata-cachorro) que embestiam o jeg - uma das coisas mais bonitas que tem são os seus quebra-matos em qualquer das versões(quadrada ou trapezoidal) é só abrir o olho no post a seguir.

Monday, April 02, 2012

não há belos sem senões


alguns proprietários de jeg devem julgar literalmente que a auto-estima da traseira ou rabiosque dos seus jegs andaria baixa se conservarem as lanternas originais (as de kombi, no caso dos jegs, com traseira reta, e redondas conforme exemplo que virá abaixo). até que não ficou tão ruim assim. pelo menos teve o cuidado de não deixá-las sobressair, torneando o encaixe completo, ao contrário de algumas que se vê por aí que mas parecem verrugas. estas não são um estôrvo. mas não é original. e o que é pior: são as mesmas lanternas usadas pelos modelos mais antigos do jeep wangler e do troller ainda por cima, o que pode se considerar um insulto, para além de incontáveis usos em caminhões de toda sorte que vão dos vw a miscelâneas de marcas, camionetes idem, até chegar aos chineses. acredito até que muita gente prefere esta solução, porque torna-se mais administrável, pois elimina o farol de ré que fica exposto e dá margens a vandalismo(ser arrancado por algum moleque ou flanelinha mais indisposto. poréns à parte, continuo fiel as origens, menos em um item, que descreverei no exemplo do outro jeg abaixo.

o outro senão é o da capota inteiriça( não há fecho-eclair ou " ri-ri", como se diz no nordeste). tampouco usa o sistema cortina, que costuma dar alguns enguiços por cansaço das molas, e nem todo capoteiro sabe ou tem saco de restaurar. talvez por isso mesmo tenha sido evitado. não se pode falar que aqui o espírito prático ditou as regras. porque faz uma falta danada o acesso pelo banco traseiro, mesmo com as más surpresas do encosto elevado do banco que não permite estrepulias avantajadas pelo traseiro, quer dizer, pelo acesso.mas há um senão positivo: os apoios de cabeça, que retiram aquele ar agreste dos jipes, aqui se apresenta proporcionalizado a tal ponto, que não lhe fere a decência.


lanterna originais para este tipo de traseira(exemplares de 1978, este no caso de nº 114) até meados de 79. e que nada mais são do que sinaleiras de utilizadas por caminhões em seus para-choques bases, principalmente traseiros, completando a arvore de natal que camioneiros gostam de transportar. o caro leitor pode achar aqui uma contradição com o que foi dito acima sobre o uso das lanternas traseiras - no jeg vermelho - por caminhões( e jipes de outras marcas) e estarmos aqui agora a louvar a originalidade fundamentada em também lanternas,ainda que secundárias de caminhões, mercedes principalmente. mas as luzes das grandezas são diferentes. uma, é usar o que já foi usado de forma original por outrém. outra, ser usado a partir de, gerando uma solução e visuais novos(não há outro jipe que faça uso destas lanternas secundárias dos caminhões). destarte, não há contradição a nosso ver. engenharia a bordo optou por isto em vez de desenvolver uma lanterna específica e a solução não deixou de ser satisfatória. a luz de ré também é original, a partir de uma adaptação, e facilmente encontrada em qualquer equipadora de subúrbio. onde falta o galão, está coberto pela pintura, dois orifícios que servem para fixação da cinta que prende o galão, de metal ou lona militar, se for da sua preferência. em post que virá, mostraremos uma versão, ao nosso ver, esteticamente ainda melhor e proporcional a relação tamanho do jeg, galão, que no exemplo vermelho está "pouco grega".

neste exemplar observem que foi adicionado ao para-choque(falta a parte elétrica), tornando- o integrado, o engate. o escape de brasília não é original. e o escape original do jeg não condiz a sua imagem de jeep. e este é um dos únicos itens originais que o espírito jipe gostaria de ver com mudanças(pode-se fazer adaptação com o mesmo kit da volkswagen, deixando a ponteira única para cima, que não fica mal. já vi um exemplar assim, mas não houve tempo de fotografá-lo. a desta foto também não é a melhor solução, muito menos cobri-la com a grade que equipava a brasília e ou utilizar os escapes duplos utilizados em buggys( são mais encorpados). mas eles ficam bem quando adaptados a saída única, mas não horizontalizada. até porque, facilita a entrada de água. para cima também, se não forem seguidos certos macetes.

também neste exemplar não deixe de observar os ganchos de fixação múltipla que são de grande utilidade para amarração de itens a ser transportados e que vinham originalmente, inclusive acima do logotipo dianteiro que no caso do jeg vermelho está lá.

p.s. a título de exercício faça uma compação deste jeg com alguns não originais que apareceram por aqui e confirme suas convicções . pode começar com o outro jeg vermelho que antecedeu este, apresentado imediatamente a seguir.e prepare-se que a confrontação final entre restauração não original e original vem por aí para dilacerar corações.

in tempo: eis as mesmas lanternas, repito, não originais, aplicadas no jeg, e seu uso na formatação original(jeep wangler 1997/98)
 

Sunday, March 04, 2012

capotas que não valem uma capota velha de guerra

não tem jeito. capota de jipe não vale a pena inventar. tem de ser a clássica, a velha e boa formato quadradão, com fechamento total tipo persiana, ou afivelado, como manda a estética militar. este formato de capota é um equívoco, além do mais a torna pouco duradoura, já que cada vez que é baixada vai serrilhando o material.a pissoletro acabou por abandonar um modelo assim porque revelou-se pouco durável. e como a capota no jeg é item de beleza e de sobrevivência - jeg, como bode, detesta água nos cornos, inclusive dos condutores e zequinhas, faça uma capota que preste ser bonita. os habitantes do reino muar agradecem. mas tome cuidado com as bonitinhas mas ordinárias. na capota e na boleia.

Monday, October 04, 2010

capota não é peruca


pois, um dos grandes problemas no restauro do jeg é a indefectível capota. não se veem mas capotas como antigamente. as tecnologias evoluem, os materias idem, mas quase ninguém mais sabe fazer uma capota como as de antigamente que suportavam tudo, se duvidar até um sexozinho nas noites enluaradas de qualquer grotão por onde iam os jeeps que não fossem de boutique. a da foto, comete um erro primário. cerra os cílios da abertura, o que pode aparentar mais segurança contra penetração de água e gasosos mas complica a beça em termos de acessibilidade.