são dezenas. quiçá centenas. jegs e seus proprietários que encheram-se de esperança ao lerem ou saberem através da reportagem publicada na revista fusca&cia de março de 2006(reproduzida aqui, há dois posts atrás) que o projetista do jeg, conhecido como coronel catharino, dispunha e manifestava-se disposto a negociar um lote de peças que mantinha, ou mantém, em galpão particular. estranhando a falta de um endereço na reportagem, entramos em contato com a editora da publicação que nos informou que o coronel catharino negava-se a fornecer telefone ou quaisquer outra forma de contato e que havia revogado, para a nossa decepção, a sua declaração.
ainda assim isso não foi suficiente para nos demover da intenção de contactar o projetista. que pode dar uma contribuição importantíssima a uma comunidade fiel ao jeg. e, por que não? sua admiradora. e que gostaria de conservar ou restaurar o jeg em suas formas e conteúdos originais, daí a intenção da procura, que reveste-se de caráter de uma missão de sobrevivência. como militar ele deve saber bem do que estamos falando. ainda que muito provavelmente não vá achar graça nenhuma na chiste* expressa no titulo.
mas bem que poderia afrouxar a guarda, vestir uniforme de jegueiro e assumir o comando do batalhão com voz de líder às restaurações.
desde já o nosso grito de guerra é: pelo jeg tudo. é restaurar ou morrer. mas com honra. sem ceder posições às adaptações vexamosas e humilhantes como as que temos visto por ai.
* ccc, no tempo da ditadura era sigla para comando de caça aos comunistas. mas esta é outra história que não cabe neste blog.